Cidade de Monopoli
Site: http://www.comune.monopoli.ba.it

Em um ponto da costa constelado de esplêndidas praias e as enseadas entre rochedos a poucos quilômetros de Polignano a Mare, se pode visitar Monopoli conhecida também como a cidade dos cem condados. O nome da cidade deriva do grego monos (só; único; singular) e pólis (cidade), com referimento à solitária cidade peuceta de Dirium o Dyria.

A fundação da cidade de Monopoli deu-se por mãos dos habitantes de Egnazia na fuga pelas devastações realizadas pelos ostrogodos de Totila durante a guerra greco- gotica (535- 553 d.C). O êxito dessa guerra foi destinar a Puglia o seu domínio por séculos aos povos orientais do Império Romano do Oriente.

Monopoli atualmente é uma das metas turísticas de maior importância na Puglia em virtude da sua história e pela beleza da sua costa, constelada de enseadas entre rochedos e praias repletas de areia.

Tantíssimos são os pontos turísticos na cidade e é impossível elencá- los, mas, relembramos os maiores: o Castelo Carlo V, o Hospital Gerosolomitano (1350), o Hospital s.Giacomo, Palácio Palmieri, a Biblioteca Comunale Rendella, a Abadia de Santo Stefano, as muralhas do 1500, Praça Vittorio Emanuele.

Entre as igrejas, em exceção da Catedral românica que porém possuiu um aspecto do 1700, vale a pena visitar a Basílica de S. Maria Amalfitana (XX), a Igreja S.S. Apostoli Pietro e Paolo, de fundação paleo- cristã, as igrejas do 1500 de S. Francesco de Paolo e S. Domenico.

Essa característica vocação comercial suportada por uma liberdade de decisão administrativa continuou também sob os svevos (XIII) e angioinos (XIV) durante com os quais a cidade cresceu ulteriormente.

A chegada dos aragoneses (1442) em Napoli e em toda a região meridional, coincidiu com a quebra de equilíbrio entre as potências européias que, por muitos anos foram protagonistas de contínuos confrontos e verdadeiras e reais batalhas.
Molfetta viveu na época uma tragédia similar àquela vivida por Roma pelo Sacco dei Lanzichenecchi. A manhã de 18 de julho de 1529, as tropas venezianas e francesas foram protagonistas do Sacco de Molfetta que deixou a terra 1 000 habitantes em dois longos dias de repreensão.

Com o tratado de Utrecht estipulado em 1714 entre Asburgo e Borboni, o sul da Itália passou aos Asburgo que o governaram até a chegada dos Borboni em 1734.
No outubro de 1860, com o voto por plebiscito, foi decidida a anexação ao Reino das Duas Sicílias ao Reino da Itália (1861). Durante a I Guerra Mundial, Molfetta foi bombardeada por uma unidade naval e aérea austríaca que causou a perda de civis e consideráveis danos à cidade.

Centro e núcleo primário de Molfetta é a ilha de Sant’Andrea onde se ergue o majestoso Duomo de San Corrado, edifício românico do XI e a barroca greja de San Pietro. Esplêndido o panorama e os passeios aos redores do Duomo e do porto do burgo antigo onde se encontram também os restos das muralhas medievais. Pouco distante é possível visitar a Catedral da Assunta e as Igrejas de Sant’ Anna, de Santo Stefano e do Purgatório.

Outro edifício religioso de certa importância artísitca é a Basílica della Madonna dei Martiri, construção normanda (1162, depois remanejada). Impossível nominar todas as igrejas, mas, reportamos as mais antigas: a Santissima Trinità e San Pietro Apostolo. Entre os edifícios civis, bonito o renascimental Palácio Giovene, atualmente cede da Prefeitura. De interesse histórico e naturalístico, a colina caucária sedimentada conhecida como o Pulo, povoada no Neolítico.