Cidade de Alessandria
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Alexandria foi fundada em 1168 sobre um núcleo urbano pré-existente, para servir de fortaleza da Liga Lombarda em defesa da liberdade das comunas medievais do norte da Itália contra as forças do imperador Frederico Barbarossa do Sacro Império Romano-Germânico.

Fundada no século XII com o nome de Civitas Nova. Estando dentro dos territórios do marquês de Montferrato, na época, um forte aliado do imperador. O atual nome da cidade é em homenagem ao papa Alexandre III, inimigo do imperador.

Se tornou um município autônomo em 1198 e fez em 1348 parte do ducado de Milão. Em 1707 foi transferida para o departamento de Saboia.

Historicamente conhecida como uma fortaleza militar, devido à sua posição estratégica entre Turim, Milão e Gênova, a cidade foi muito disputada na antiguidade e esteve envolvida em conflitos durante séculos.

Em Alessandria há um monumento dedicado à tragédia do holocausto, que é representado por um vagão de trem semelhante àqueles que foram usados para levar os judeus deportados até os campos de concentração.

O Palazzo Ghilini é o maior prédio de Alessandria. Situado na Piazza Libertà, foi construído no século XVIII pelo Marquês Tommaso Ghilini em direção ao Arco do Triunfo. O Pallazzo Vescovato, construído no século XV é a ilustre residência permanente da Curia Episcopal. A Igreja Santa Maria di Castello é uma das mais antigas.

Os Jacobinos e as idéias do iluminismo alimentaram o sonho da expulsão dos estrangeiros no renascimento para dar lugar a uma Itália unida. Com a vitória de Napoleão em Marengo, Alessandria passou a depender da França até a unificação italiana, exceto por um curto período quando esteve sob o domínio da Austria.

O Museo del Capello Borsalino que contém centenas de modelos, tipos e cores de chapéus de diferentes época.